Saúde
Quarta clínica da rede na região tem espaço exclusivo para pais trabalharem enquanto filhos estão na terapia

Instituto Unicamente inaugura nova unidade em Sumaré e amplia acesso à terapia

O Instituto Unicamente inaugurou uma nova unidade em Sumaré. O foco do atendimento são crianças e adolescentes com o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outros transtornos do neurodesenvolvimento. A cerimônia reuniu o corpo clínico, autoridades e pacientes do instituto. O Unicamente possui quatro clínicas, distribuídas nas cidades de Monte Mor, Hortolândia (duas unidades) e, agora, Sumaré.

O espaço tem nove salas de atendimento e reúne especialidades como psicologia, neuropsicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, musicoterapia, psicopedagogia, psicomotricidade, nutrição e fisioterapia, além de apoio pedagógico. O destaque é a sala de integração sensorial, com balanços, túneis e materiais de marcas de referência no país, usada pelos terapeutas ocupacionais na estimulação sensorial das crianças.

O atendimento é voltado a crianças e adolescentes de 2 a 16 anos, de forma individualizada. Antes das terapias, cada criança passa por uma avaliação com profissionais especializados, apoiada em testes e protocolos, que aponta as habilidades já desenvolvidas e as que ainda precisam ser estimuladas — ponto de partida das intervenções.

A clínica atende em caráter particular e por convênios. Pela Unimed Campinas oferece a terapia ABA (Análise do Comportamento Aplicada) a crianças com diagnóstico do espectro autista e mantém parcerias com planos regionais, como Proasa e Viveste.

A recepção foi planejada para ser ampla e funcional. Como os pais costumam permanecer na unidade durante as sessões, o instituto criou uma área exclusiva para eles, com bancada e estrutura para o uso de computadores, permitindo que trabalhem enquanto os filhos estão em terapia.

Para a diretora e proprietária, Beatriz Cristina Fillietaz, a escolha de Sumaré se deu por ser uma cidade com muito potencial. Segundo ela, a proposta da rede é estar sempre mais perto de quem precisa. “É muito difícil e desgastante para a família sair das cidades ao redor de Campinas para fazer terapia. Tendo clínicas mais próximas, elas têm mais acesso”, explicou.

 


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