Parque Ecológico implanta microchip em filhotes de cisne-negro e monitora animais em Americana
A equipe técnica do Parque Ecológico Municipal “Engenheiro Cid Almeida Franco” - Zoo Americana realizou o manejo de dois filhotes de cisne-negro (Cygnus atratus), nascidos em 2 de maio de 2026, para procedimentos de avaliação de saúde, pesagem, identificação individual e coleta de material biológico.
Durante a atividade, os filhotes passaram por avaliação clínica e pesagem, procedimentos fundamentais para o acompanhamento do desenvolvimento e das condições de saúde das aves nos primeiros meses de vida. O manejo integra o protocolo de monitoramento realizado pela equipe técnica do zoológico para garantir o bem-estar e o crescimento adequado dos animais.
A secretária de Meio Ambiente, Andréa Cristina Fernandes
Gonçales, destacou a importância do acompanhamento contínuo dos animais
mantidos sob cuidados do Parque Ecológico. “O nascimento desses filhotes
representa mais um resultado positivo do trabalho técnico desenvolvido pela
equipe do Parque Ecológico. O monitoramento realizado desde os primeiros dias
de vida é fundamental para assegurar a saúde dos animais e reforça o
compromisso da Prefeitura de Americana com a conservação da fauna, a pesquisa e
a educação ambiental”, afirmou a secretária.
Além da avaliação física, os filhotes receberam microchips
de identificação, procedimento que permite o controle individualizado dos
animais que compõem o plantel do zoológico. Também foi realizada a coleta de
sangue para exame de sexagem por DNA.
A médica-veterinária do Parque Ecológico, Michelle Falcade
Forti, explicou a importância dos procedimentos durante o manejo. “A
implantação do microchip é um método seguro e permanente de identificação
individual dos animais, permitindo o acompanhamento de todo o histórico de cada
exemplar ao longo da vida. Também realizamos a coleta de sangue para a sexagem
por DNA, uma vez que os cisnes-negros não apresentam dimorfismo sexual, ou
seja, machos e fêmeas possuem características físicas muito semelhantes, tornando
necessária a análise genética para a identificação do sexo”, explicou Michelle.
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