Americana recebe mutirão “Meu Pai Tem Nome” e ganha apoio municipal
As secretarias de Assistência Social e Direitos Humanos, de Saúde e de Educação de Americana integram a rede de apoio institucional para a realização do mutirão “Meu Pai Tem Nome - Um gesto que transforma histórias”, iniciativa da Defensoria Pública do Estado de São Paulo. A ação, que visa garantir o direito ao reconhecimento da paternidade e aos vínculos familiares, será realizada no dia 1º de agosto (sábado), das 9h às 13h, na sede do CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), na Rua Antônio Feliciano Castilho, nº 594, Vila Louricilda.
O mutirão nacional, promovido anualmente pelo Conselho
Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (CONDEGE), compreende a
investigação do vínculo genético por meio de exames de DNA, regularização dos
registros civis e prestação de orientação jurídica, promovendo o direito à
identidade, ao conhecimento da origem biológica, à convivência familiar e à
pensão de alimentos.
“Essa parceria com a Defensoria Pública vai contribuir para
o resgate da cidadania e dos direitos das crianças e adolescentes, reforçando
os laços familiares no município. A promoção de direitos é uma prioridade da
gestão do prefeito Chico Sardelli e do vice Odir Demarchi”, afirmou a
secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, Juliani Hellen Munhoz
Fernandes.
Durante o mutirão, a Secretaria Municipal de Saúde vai
disponibilizar dois profissionais para atuar na coleta de material genético por
punção digital, além de fornecer os insumos básicos de rotina (luvas, algodão,
álcool, entre outros). O procedimento é simples, rápido e seguro, sem
necessidade de coleta venosa ou utilização de seringas.
O secretário de Educação, Vinicius Ghizini, reforçou a
importância da iniciativa. “Nossas escolas estão à disposição de ações que
tenham impacto pedagógico positivo na vida das crianças e adolescentes”, disse.
Segundo informações da Defensoria, em 2025, o mutirão “Meu
Pai Tem Nome” foi realizado em mais de 50 municípios do Estado de São Paulo,
registrando aproximadamente 600 atendimentos voltados à investigação de
paternidade, com coleta de material genético, além de cerca de 700 atendimentos
complementares, incluindo orientações jurídicas e encaminhamentos diversos.
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