Acúmulo de água em passarela coloca moradores de Monte Mor em perigo
Ponte garante acesso de pedestres ao Jardim Capuavinha e apresenta infiltração constante; piso escorregadio eleva riscos em meio às chuvas no local; problema se arrasta sem solução e vereadores pedem manutenção para o Estado
O acúmulo constante de água em uma ponte localizada na
Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença (SP-101) tem aumentado o risco de
acidentes para moradores de Monte Mor que utilizam diariamente a passarela de
acesso ao Jardim Capuavinha. A estrutura é a principal ligação entre o bairro e
outras regiões da cidade, sendo utilizada por pedestres para atravessar a
rodovia.
Segundo relatos de moradores e parlamentares, há uma
infiltração permanente no local, formando uma camada de limo sobre o piso da
passarela. A superfície escorregadia transforma a travessia em um trajeto
perigoso, especialmente para idosos, crianças e trabalhadores que dependem do
acesso para cumprir a rotina diária.
Em períodos de chuva, o problema piora. O excesso de umidade
dificulta a circulação e aumenta o risco de quedas, fraturas e outros
acidentes. Moradores relatam que a situação gera insegurança e medo de utilizar
a passagem, mesmo sendo a única alternativa segura para atravessar a rodovia.
Além dos riscos físicos, a precariedade da estrutura
compromete a mobilidade urbana e o direito de ir e vir da população. A ponte é
vista como fundamental para quem precisa trabalhar, estudar, buscar atendimento
médico ou realizar atividades básicas.
Diante do cenário, é apontada a necessidade de uma avaliação
técnica imediata, com adoção de medidas definitivas, que podem incluir a
reforma completa da passarela ou até a construção de um novo acesso. A
manutenção da via é de responsabilidade do Estado, por meio do Departamento de
Estradas de Rodagem de São Paulo (DER-SP).
O problema foi oficialmente registrado por meio de uma moção
de apelo aprovada pela Câmara de Monte Mor, de autoria dos vereadores Milziane
Menezes, Andrea Garcia, Bruno Leite, Clair Gomes, João do Bar, Josuel da
Conceição, Renato Olivatto e Roger Santos. O DER-SP disse que a
responsabilidade é da Artesp, que não retornou.

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