Educação
Implantação do instituto será gradual e baseada nas demandas locais, promovendo educação profissional

Unidade do Instituto Federal começa a funcionar em setembro em Sumaré

Iniciativa é considerada uma porta de entrada para novos aprendizados e futuras oportunidades no mercado de trabalho; nesta primeira etapa, IFSP oferece três opções de cursos de curta duração, dois presenciais e um remoto

Sumaré se prepara para um marco na área educacional: o funcionamento da unidade local do Instituto Federal de São Paulo (IFSP). A partir de setembro, terão início as primeiras turmas de cursos gratuitos de Formação Inicial e Continuada (FIC), voltados a diferentes perfis de alunos e com foco na inclusão social e qualificação profissional.

As inscrições para o processo seletivo se encerraram nesta segunda-feira (25). O cadastro ocorreu de forma online e a lista de aprovados será divulgada já na próxima sexta-feira (29). Todo o regulamento está disponível no site oficial do instituto.

Nesta primeira etapa, o IFSP oferece três opções de cursos de curta duração. Dois serão presenciais — Auxiliar de Almoxarifado e Inclusão Digital para a Terceira Idade — e um ocorrerá de forma remota: Inglês Básico 1. A iniciativa é considerada uma porta de entrada para novos aprendizados e futuras oportunidades no mercado de trabalho.

Como ainda não existe uma sede definitiva em Sumaré, a prefeitura cederá salas provisórias e docentes de outros campi ministrarão as aulas. Paralelamente, um estudo técnico conduzido pelo município e pelo Ministério da Educação definirá o local do campus definitivo.

Segundo o instituto, a ampliação da oferta de cursos será gradual e guiada pelas necessidades da população. Enquanto a portaria própria de ensino não é oficializada, o novo campus atua em parceria com a unidade de Hortolândia, viabilizando toda a documentação necessária e garantindo que as primeiras turmas já possam começar neste ano.

A chegada do IFSP promete abrir novas perspectivas para a cidade e região. O anúncio oficial do instituto foi feito ano passado pelo ministro da Educação, Camilo Santana, que destacou que o instituto será construído com recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). A meta do governo federal é construir mil unidades de ensino pelo país.

Os novos institutos federais paulistas devem ser alvo de R$ 25 milhões em investimento, entre mobiliários e equipamentos, e toda infraestrutura.


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